31 de mai. de 2025
21 de mai. de 2025
ESCREVE!!!!!!
Há algum tempo tenho sentido um "chamado" para voltar a sentir o toque do atabaque.
Reencontrar meus guias, voltar a me conectar com o espiritual.
Sinto falta. Sinto falta da energia, sinto falta as entidades, sinto falta de sair leve após as giras.
Tenho procurado e experimentado novos lugares, para encontrar em qual me encaixo. Mas enquanto não encotro o lugar, vou ficando onde sou acolhida.
Em uma conversa com um Caboclo, durante uma consulta, ele me olha, mira dentro do meu olho e fala:
- Você tá presa aí dentro, querendo sair. Deixa você sair. Se você gosta de escrever, então escreve. Não precisa ser todo dia, mas escreve. Se bota pra fora. Isso vai tirar de dentro do seu coração essa angústia, esse peso. Liberta a Você que ficou presa na carga que abraçou dos outros. Deixa a sua leveza te levar pra voar.
ESCREVE!!!!
Seguindo....
Olhando para trás, vejo tanta coisa que não vivi, que deixei passar, que não percebi.
Mas também o que vivi, que aprendi, e, principalmente, o que apreendi sobre fatos e pessoas.
Não me sinto mal, ou culpada, por enxergar as pessoas, como são. Somos todos imperfeitos, e nos cabe seguir em frente com as nossas imperfeições e perceber e conviver com as imperfeições dos outros.
Não digo aceitar, mas conviver. E se não for agradável, se afastar, se for possível, sem se sentir mal ou culpa.
E assim sigo.
17 de fev. de 2025
Querer ou não querer? Eis a questão.
A vida tá aí, pra quem quer.
Pra quem não quer também, mas aí fica mais difícil.
O problema é que, na maioria das vezes, aqueles que não querem jogam todo o seu peso em quem quer, talvez na intenção de atrapalhar, talvez na intenção de ser levado sem ter trabalho.
O fato é que no final, dificulta muito pra quem quer.
Mas quando a gente quer a Vida, nada nem ninguém nos para.
A gente só segue, passando por tudo o que se apresente, de bom e de ruim.
E vou te dizer. Vale muito a pena.
13 de fev. de 2025
Re-descoberta
Trocentos anos depois, redescubro esse "lugar", que achei estar perdido.
Reli, revi conceitos, vi como mudei e, no fundo, continuo a mesma.
Me emocionei com o passado, e vislumbro o futuro sem muita expectativa.
Voltarei a escrever? Não sei.
Terei alguma constância? Sei menos ainda.
Mas gostei de me deparar com esse espaço que é só meu.