Olhando para trás, vejo tanta coisa que não vivi, que deixei passar, que não percebi.
Mas também o que vivi, que aprendi, e, principalmente, o que apreendi sobre fatos e pessoas.
Não me sinto mal, ou culpada, por enxergar as pessoas, como são. Somos todos imperfeitos, e nos cabe seguir em frente com as nossas imperfeições e perceber e conviver com as imperfeições dos outros.
Não digo aceitar, mas conviver. E se não for agradável, se afastar, se for possível, sem se sentir mal ou culpa.
E assim sigo.
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